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Mutirão para superar a miséria e a fome
PROJETO PARA IMPLANTAÇÃO DA REDE DE SOLIDARIEDADE
OBJETIVOS
Integrar e otimizar os serviços de ordem sociais existentes e motivar a criação de outras ações sociais, com enfoque nas seguintes dimensões cf. documento 69 da CNBB. "Exigências evangélicas e éticas de superação da miséria e da fome":
1) Ir ao encontro dos necessitados, dos excluídos, para aliviar a miséria dos que sofrem, praticando a partilha do pão e levando sempre a esperança. Atendendo suas necessidades básicas.
2) Proporcionar novas oportunidades e novos horizontes às pessoas, princípio universal da dignidade humana, direito de todos. Promoção humana.
3) Ampliar a área de abrangência de atuação na busca de multiplicadores comprometidos com a causa e uma maior mobilização da sociedade. Integração e conversão social.
PROPOSTA
1ª Etapa - Motivação para adesão à Rede de Solidariedade.
Encontros a nível de área/região, cidade e paróquias para motivar lideranças e público, a participar da Rede de Solidariedade dentro desta nova maneira de ser Igreja.
Cada local (área/região, cidade ou paróquia) deverá contar uma assessoria para a implantação do projeto dentro da necessidade e realidade da mesma.
2ª Etapa - Levantamento e mapeamento das atividades existentes.
Caso da existência de atividades referentes à ação social, estas deverão fornecer dados cadastrais das famílias, voluntários e serviços prestados para a coordenação local (cidade ou área/região) e esta por sua vez enviará os dados para a coordenação diocesana ou superior.
Após o recebimento destas informações, deverá ser realizado um mapeamento para efeito de estatísticas e de diagnóstico dos rumos ou atividades pertinentes a serem executadas.
3ª Etapa - Criação de uma central de informações e gerenciamento.
Estabelecer um local onde serão centralizadas as informações provenientes das paróquias para um gerenciamento e organização a qual proporcionará uma melhor distribuição à nível geográfico das ações existentes. Neste local serão mantidas as informações sempre atualizadas para disponibilizá-las às coordenações.
4ª Etapa - Estruturação organizacional das coordenações em seus níveis (organograma da rede).
Cada Paróquia terá uma coordenação e diversos setores conforme abrangência, cada um terá seu responsável; por sua vez a coordenação da paróquia estará ligada a uma coordenação da área/região ou cidade e esta à coordenação geral da diocese.
Cada cargo terá um discriminativo de sua função dentro da estrutura.
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Paróquias de Caxias onde é feito o trabalho de rede de solidariedade
1°) Juliano Cechinatto-30271545 (CAFI, da Paróquia Sagrado Coração de Jesus)
Rua Visconde de Pelotas,1196, apto 401Bairro Centro
E-mail: Juliano@diocesedecaxias.org.br
2º) Ricardo Rasia-32145948(Paróquia Catedral)
Rua Pinheiro Machado, 1000 Bairro Centro
95020-160 Caxias do Sul-RS
E-mail: madreteresa@madreteresa.org.br
3ª) Ney Ricardo de Alencastro Stedile- 32222585/91037668(Paróquia Nossa Senhora de Lourdes)
Rua Angelina Michielon, 936
Caixa Postal 9006
4ª) Armando e Inês Rufato-32251434 (Paróquia São Pelegrino)
Rua Medianeira, 325, apto 23 Bairro São Pelegrino
95010-210 Caxias do Sul-RS
5º) Geraldina dos Santos Laimer-32229770 (Paróquia Cristo Operário)
Av. Siroski Sobrinho, 1045 São Victor-COHAB
95088-600- Caxias do Sul-RS
6º) Gema e Nestor Gregol- 32284438 (Paróquia Imaculada Conceição)
Rua Visconde de Pelotas, 1447, apto22
95020-183 Caxias do Sul-RS
7º) Lorena Maria Sangali Berlanda-32243468 (Paróquia São José)
Rua Osvaldo Cruz, 3231 Bairro São José
95032-400 Caxias do Sul-RS
8º) Dora Phl Ledur-32224360 (Paróquia dos Santos Apóstolos)
9º) Marcos Sebben-32284940/99716861(Paróquia Sagrada Família)
Rua Nestor Moreira, 637 Bairro Sagrada Família
Caxias do Sul-RS 95052-500
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Rede de Solidariedade - Mutirão para superar a miséria e a fome
Diocese de Caxias do Sul
TERCEIRA PRIORIDADE DIOCESANA - PLANO DE AÇÃO 2003
Para os comitês locais
Meta |
Responsabilidade |
Como |
Prazo |
1. Organizar e efetivar um comitê paroquial para pensar, concretizar e animar a rede de solidariedade. |
Padres
Comitê paroquial |
- Cada conselho das comunidades escolher uma equipe responsável pelo mutirão
- Contato individual com os responsáveis, através de visitas, telefonemas, cartas, etc. |
A curto prazo: organizar comitês nas comunidades da paróquia
A médio prazo: organizar na paróquia
A longo prazo: organizar na Diocese e com a sociedade civil |
2. Trabalhar na divulgação, conhecimento e aprofundamento do documento n. 69 da CNBB. |
Padres
Comitê paroquial
Coordenação da Rede de Solidariedade
Coordenação Diocesana de Pastoral |
Promovendo dias de estudo e de formação com lideranças, ocupando os espaços nos meios de comunicação e aproveitando os eventos já programados para esta informação. |
Ação contínua |
3. Mapear as ações sociais existentes nas Paróquias e comunidades que realizam ação assistencial. |
Comitê Paroquial |
Conforme o modelo de cadastro anexo, onde são registradas as famílias atendidas, as entidades responsáveis e os voluntários envolvidos. |
Envio das fichas com os dados à Central de Informações da Rede de Solidariedade |
4. Marcar uma reunião na Paróquia com as lideranças para apresentação e explicação do projeto de implantação da rede de solidariedade. |
- Para marcar: Comitê Paroquial
- Para apresentar o projeto: Coordenação da Rede de Solidariedade |
- Combinar uma data com a Coordenação da Rede de Solidariedade e a mesma irá até à Paróquia para a visita |
Conforme solicitação e agendamento |
5. Garantir que a implantação da rede de solidariedade seja enraizada na mística Jesus Bom Pastor que enxerga, conhece a realidade e dá a vida, testemunhando a vontade do Pai. |
Coordenação Diocesana de Pastoral |
Que o agir seja de agentes competentes e místicos;Todas as reuniões e encontros da coordenação e dos comitês sejam alimentadas na Palavra de Deus = oração e contemplação
As relações sejam de acolhida e gratuidade. |
Ação contínua |
6. Garantir que no processo de organização do mutirão, através da implantação da Rede de Solidariedade, sejam refletidas, atualizadas e concretizadas as três dimensões da caridade (solidariedade): assistência, promoção humana e transformação social. |
Coordenação da Rede de Solidariedade
Coordenação Diocesana de Pastoral |
Avaliação e replanejamento constante;
Estudo e aprofundamento com ajuda de assessoria
Trabalho em equipe
Oração |
Ação contínua |
7. Encontro de aprofundamento, com D. Mauro Morelli. |
Coordenação da Rede de Solidariedade e outras entidades. |
Convite a todos participantes dos comitês paroquiais e demais envolvidos. |
No dia 06 de abril às 16:30 hs c/ lideranças da Diocese.
Dia 07, às 9hs palestra e à tarde oficinas (na UCS) |
8. Encontros de formação e animação para os integrantes das coordenações/comitês paroquiais da Rede de Solidariedade da Diocese. |
Coordenação da Rede de Solidariedade |
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Dia 29 de março
Dia 30 de agosto
Dia 06 de dezembro |
9. Intensificar e motivar o trabalho da Pastoral da Criança onde já acontece e organizar onde não existe. |
Coordenações nos vários níveis |
Seguir orientação da coordenação diocesana da Pastoral da Criança |
Ação contínua |
18. Trabalhar em parceria, sem perder a identidade, com entidades governamentais e não governamentais na busca da erradicação da miséria e da fome. |
Coordenação Diocesana de Pastoral e Coordenação da Rede de Solidariedade |
Participar das reflexões em que somos convidados
Apresentar nosso projeto e ações
Discutir em conjunto as formas de trabalhar em parceria |
Ação contínua |
10. Visita às entidades e encontro com os responsáveis e ou ações que aderiram à Rede de Solidariedade. |
Coordenação da Rede de Solidariedade |
- Combinar uma data com a Coordenação da Rede de Solidariedade e a mesma irá até à Entidade para a visita |
Conforme prévio agendamento |
Para a Coordenação Diocesana da Rede de Solidariede
11. Elaboração de um folder informativo e formativo para as comunidades. |
Coordenação da Rede de Solidariedade (Pe Gilnei, Fernanda) |
Elaboração, correção e entre-ajuda entre várias pessoas
Entrega do material 29/03 |
Até dia 27 de março de 2003 |
12. Fazer chegar os cartazes e postais com os "dez mandamentos do mutirão" em todas as comunidades da Diocese. |
Coordenação da Rede de Solidariedade |
Entrega dos materiais para as lideranças nas visitas pastorais às regiões e no dia 29/03 verificando se não estão estocados nas paróquias |
Até final de abril |
13. Reuniões semanais da Coordenação Executiva da Rede de Solidariedade. |
Coordenadora da Equipe |
Partilha e avaliação do processo realizado na semana
Oração e reflexão da Palavra de Deus
Replanejamento
Encaminhamentos |
Nas terças-feiras às 16 horas |
14. Reuniões mensais da Equipe Ampliada de Coordenação da Rede de solidariedade. |
Coordenadora da Equipe |
Momentos de estudo |
Dia 24 de março, às 20:00 horas (calendário a combinar) |
15. Garantir o acompanhamento dos recicladores, através do Projeto de Formação, levando sempre em consideração a realidade, a metodologia e a mística de ação. |
Coordenação Diocesana de Pastoral |
Acompanhar as Associações de Recicladores de Caxias, Bento, Antônio Prado, Farroupilha e outras que surgirem.
Coordenar o Projeto de Formação em sua ampla programação |
Iniciou em 2002 |
16. Nos locais onde a realidade da miséria e da fome não existem, educar para a partilha. |
Padres
Conselho das Comunidades |
Formação dos agentes: através da conscientização e criação da mentalidade do repartir. |
Contato com a Coordenação Diocesana para estabelecer a forma de ajuda |
17. Refletir uma maneira de integrar as pastorais sociais e movimentos no processo do mutirão. |
Coordenador Diocesano de Pastoral
com a Coordenação dos Movimentos e das Pastorais |
Estudo
Reflexão conjuntural |
Ação contínua |
19. Liberação de uma pessoa, organização de um espaço e aquisição de equipamentos para a Central de Informações. |
Coordenador Diocesano de Pastoral |
Digitação de dados
Devolução das informações às Paróquias
Atualização constante dos dados |
Ação contínua |
20. Reflexão sobre a logomarca, cartazes, folders, cartilhas, timbres da Rede.... |
Coordenação da Rede de Solidariedade |
Nas reuniões da coordenação |
Até final de abril |
21. Registro, atualização, repasse dos dados e atendimento na central de informações. |
Ana e Rasia |
Atendimento às terças-feiras à tarde |
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22. Participação da reflexão sobre o processo de viabilização do mutirão com as outras dioceses do estado. |
Coordenação Diocesana de Pastoral |
Participação nos eventos programados pelo Regional |
Conforme calendário |
23. Registrar as ações sociais e teorizar algumas experiências e ou projetos que estão acontecendo. |
Coordenação da Rede de Solidariedade |
Começar a escrever o processo de organização de algumas experiências para servir de referência para os interessados |
À longo prazo |
24. Avaliação do processo realizado em 2003 |
Coordenação da Rede de Solidariedade |
Será encaminhada uma avaliação aos comitês locais e às coordenações |
No Conselho Diocesano de Pastoral dia 29 de novembro e no encontro das Coordenações dos Comitês Diocesanos no dia 06 de dezembro |
25. Elaborar plano de ação para 2004 |
Coordenação da Rede de Solidariedade |
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Do dia 06 a0 dia 13 de dezembro |
Observações:
- Verificar os objetivos, propostas e etapas no Projeto de Implantação da Rede de Solidariedade;
- A equipe de Coordenação Executiva da Rede de Solidariedade é formada pelo Pe. Gilnei, Ana Gatelli, Ricardo Rasia e Ir. Brenda. A equipe de Coordenação Ampliada é formada pela Coordenação Executiva e pela Equipe de Coordenação Diocesana da Cáritas;
- A sede da central de dados é no Centro Diocesano de Pastoral e está sob a responsabilidade de Ana Gatelli;
Caxias do Sul, 07 de março de 2003.
Coordenação da Rede de Solidariedade |