Seminário
Maior São José
Diocese de Caxias do Sul
1
Criação. O Seminário Maior São
José da Diocese de Caxias do Sul foi criado por Dom
Benedito Zorzi a 19 de março de 1978.
2 Sede: Atualmente a sede do Seminário São
José é a Casa Paroquial Santa Catarina, situada
à Rua Matteo Gianella, 1292, Caixa Postal 349, Bairro
Santa Catarina, 95001-970, Caxias do Sul, Fone: 54. 201
1799.
3 Nova Sede: A partir de março de 2005, a sede do
Seminário Maior São José situar-se-á
à Avenida Afonso Gasparin, 780, Bairro Altos do Seminário,
95032-470, Caxias do Sul, Fone: 54. 201 1799.
4 Reitor: Pe. Adelar Baruffi
Assistente: Pe. Juarez Bavaresco
a) Data de Nascimento: 30.08.1969
b) Data de Ordenação: 29.01.1995
c) Atuação: março de 1995 a junho de
1995, como auxiliar no Santuário Diocesano de Nossa
Senhora do Caravaggio; de julho de 1995 a dezembro de 1997,
auxiliar na Paróquia Cristo Operário da Arquidiocese
de Belo Horizonte, em Minas Gerais, tendo feito, durante
este período, o Mestrado em Filosofia na UFMG (Universidade
Federal de Minas Gerais), defendendo a tese: A emergência
do individualismo moderno no pensamento de John Locke; de
janeiro de 1998 a fevereiro de 2000, membro da equipe sacerdotal
da Paróquia Santo Antônio em Bento Gonçalves;
de fevereiro de 2000 a novembro de 2001, assistente do Curso
de Filosofia no Seminário Maior São Lucas
de Viamão, ocasião em que os Seminaristas
da Diocese de Caxias do Sul ainda freqüentavam o Curso
de Filosofia na FAFIMC (Faculdade de Filosofia Imaculada
Conceição), em Viamão; de dezembro
2001 a janeiro de 2004, doutorando em Filosofia com Bolsa
Sanduíche em Bonn e Tübingen, na Alemanha, tendo
defendido a tese doutoral em julho de 2004, na PUCRS (Pontifícia
Universidade Católica do Rio Grande do Sul), sob
o título: A teoria dos dois mundos e o conceito de
liberdade em Kant; a partir de fevereiro de 2004, reitor
do Seminário Maior São José.
5 Objetivo. De acordo com o Guia Pedagógico da Formação
Presbiteral da Diocese de Caxias do Sul, o Curso de Filosofia
tem, respectivamente, como objetivo geral e objetivos específicos.
a) Objetivo Geral
Proporcionar a formação de presbíteros
a serviço da Evangelização, num progressivo
discernimento e amadurecimento humano, sólido e integral
nas dimensões: intelectual, humano-afetiva, comunitária,
espiritual e pastoral, com a especificidade própria
da etapa da filosofia, tendo em vista a compreensão
global do projeto inacabado e aberto do ser humano no mundo
em busca da Verdade, aberta ao Transcendente.
b) Objetivos Específicos
1. Priorizar o estudo sistemático da filosofia na
busca de um conhecimento e compreensão coerentes
do homem, do mundo e de Deus, para que o jovem seja “capaz”
de elaborar uma síntese filosófica pessoal
a partir e uma visão global, histórica e crítica
do homem enquanto “ser de relações”.
Justificativa
É sempre dentro de uma situação histórica
determinada que o ser humano experimenta a si mesmo com
a tarefa de construir seu ser. Não somos simplesmente
um fato, mas antes uma possibilidade, um desejo de ser o
que nos conduz a uma pergunta fundamental: o que se deve
fazer para ser? Esta pergunta brota de um ser que tem consciência
de sua finitude e precisamente de dentro de uma situação
que o envolve e marca, pois “as alegrias e as esperanças,
as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo
os pobres e de todos os que sofrem, são também
as alegrias e as angústias dos discípulos
de Cristo. Não se encontra nada verdadeiramente humano
que não lhes ressoe no coração”
(GS 1)
Os estudos filosóficos devem proporcionar aos futuros
presbíteros uma sólida formação
doutrinária e os meios necessários para que
conheçam e entendem o mundo no qual vivemos (cf.
LG 4), além, é claro, de ajudá-los
a compreender e assimilar retamente a doutrina da Igreja
e de prepará-los “convenientemente para o diálogo
com os homens de seu tempo” (OT 15).
No processo formativo, na etapa da filosofia, o estudo é
prioridade. Pois: “’Se já cada cristão
– escrevem os Padres sinodais – deve estar pronto
a defender a fé e a dar a razão da esperança
que vivem em nós’ (1 Pd 3, 15), com muito maior
razão os candidatos ao sacerdócio e os presbíteros
devem manifestar diligente cuidado pelo valor da formação
intelectual na educação e na atividade pastoral”
(PDV 51). Oportunizará a formação de
presbíteros competentes, evangelizadores com profunda
vivência de fé e capazes de contribuir com
a sociedade humana atual.
À luz da convicção de que “o
desejo de conhecer é uma característica comum
a todos os homens” (FR 16), é imprescindível
a consciência de que o conhecimento humano é
um caminho que não permite descanso, não pode
ser percorrido com orgulho de quem pensa que tudo seja fruto
de conquista pessoal, e funda-se no “temor a Deus”,
de quem a razão deve reconhecer tanto a transcendência
soberana como o amor solícito no governo do mundo
(cf. FR 18).
A filosofia é extremamente necessária à
formação presbiteral, porque:
- oportuniza a indagação radical acerca do
ser, da consciência e da linguagem;
- proporciona formação humana sólida
e global;
- fornece conhecimento radical do homem, do mundo e de Deus;
- leva à compreensão do projeto inacabado
e aberto do ser humano;
- contribui para o diálogo humano e social com propostas
de sentido;
- colabora para o discernimento e julgamento críticos
dos acontecimentos históricos e sociais;
- ajuda a compreender o sentido profundo da realidade e
abre horizontes à ação humana no mundo;
- leva a perguntar tematizando as questões últimas
e definitivas;
- liberta do “provincianismo” mental, reducionismo
e relativismo;
- constitui mediação indispensável
para a reflexão da fé
Encaminhamentos
- Exigir a conclusão do Curso de Graduação.
- Estimular e desenvolver sistematicamente a habilidade
para o raciocínio lógico.
- Incentivar a leitura, interpretação, análise,
compreensão e síntese dos textos teóricos,
segundo os rigorosos procedimentos científicos e
da técnica hermenêutica.
- Capacitar para o diálogo e a atitude interdisciplinar.
- Educar ao estudo, ao rigor metodológico, à
reflexão crítica e à correta interação
entre teoria e prática.
- Desenvolver uma consciência crítica acerca
da realidade sócio-histórico-política.
- Capacitar a ação com responsabilidade, autodisciplina
e princípios éticos.
- Estimular o desenvolvimento de uma metodologia pessoal
e comunitária para o aprofundamento do estudo filosófico.
- Exigir o Currículo Filosófico mínimo
conforme as Diretrizes Gerais da Formação
da CNBB, para alcançar uma formação
sólida e crítica.
- Oportunizar a realização de cursos, palestras,
debates e seminários para complementação
e aprofundamento de temas ou filósofos específicos.
- Conservar o acervo filosófico e ciências
afins na biblioteca interna do Seminário Maior da
Filosofia, sobretudo com livros e material clássico
e atual.
- Estimular a leitura cotidiana e manter a assinatura de
jornais, revistas e subsídios como elementos para
um conhecimento e análise da realidade.
- Incentivar audiovisuais, filmes e programas especiais
de televisão para reflexões e debates críticos.
- Organizar cursos de línguas clássicas (latim,
grego) e estrangeiras modernas (espanhol, italiano, francês,
inglês, alemão).
- Criar habilidade para o uso de computadores e tecnologias
modernas.
2.
Perceber no estudo e na cotidianeidade da vida a mediação
e a importância da filosofia à reflexão da
fé.
Justificativa
“A fé e a razão constituem como que as duas
asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação
da verdade”. Esta frase, com a qual o papa João Paulo
II inicia sua 13ª encíclica, Fides et Ratio, é
uma síntese do conteúdo central da encíclica,
que versa acerca da verdade. Na busca da verdade, razão
e fé devem ser irmanadas na procura de um além,
uma em direção à lei mais compreensiva da
natureza, outra procurando melhor discernimento do mistério,
com a humildade de quem tem consciência de pouco saber.
Segundo João Paulo II, o valor da razão e da filosofia
é colocar a questão do sentido da vida e esboçar
a resposta, pois o desejo da verdade pertence à própria
natureza do homem (FR 3). Sejam, portanto, os futuros presbíteros
“ajudados em descobrir o nexo existente entre os argumentos
filosóficos e os mistérios da salvação,
que são estudados na teologia, à luz superior da
fé” (OT 15).
A formação filosófica, inerente ao projeto
de formação presbiteral, aberta ao transcendente,
em conformidade com a Doutrina Social da Igreja, ajuda no conhecimento
da pessoa humana, do mundo e de Deus e, pela reflexão,
busca os fundamentos para a vivência da fé, a qual
é fonte de desafios para aprofundamento filosófico,
porque “sem o contributo da filosofia não seria possível
ilustrar certos conteúdos teológicos como, por exemplo,
a linguagem sobre Deus, as relações pessoais no
seio da Santíssima Trindade, a ação criadora
de Deus no mundo, a relação entre Deus e o homem,
a identidade de Cristo que é verdadeiro Deus e verdadeiro
homem” (FR 66). Então, o gosto pela pesquisa rigorosa
da verdade oferece elementos para um amadurecimento do sentido
da vida humana e seus valores, oportunizando uma opção
de fé coerente.
Encaminhamentos
- Promover o crescimento conjunto dos estudos com a vida espiritual
e pastoral, de modo que se alimentem mutuamente fé e vida.
- Aprofundar e confrontar, de forma pessoal, mas, muito especialmente,
em comunidade, a relação a vida em todas as suas
dimensões com o estudo filosófico.
- Organizar estudos de temas de teologia e da Doutrina Social
da Igreja, a fim de buscar a compreensão da fé e
da verdade de Deus.
- Oferecer critérios para o amadurecimento e a convicção
da opção fundamental de vida necessária à
missão presbiteral.
- Aprofundar temas atuais, especialmente, acerca da problemática
da pobreza, ecologia e bioética.
3.
Crescer, a partir da contribuição e inquietação
próprias da filosofia, na dimensão pessoal e interpessoal,
a fim de relacionar-se, sadia e maduramente, com todas as pessoas.
Justificativa
“Sem a oportuna formação humana, toda a formação
sacerdotal ficaria privada do seu necessário fundamento”
(PDV 43). O presbítero precisa de um amadurecimento humano-afetivo
progressivo, integrado, pois é chamado a ser ponte e não
obstáculo para os outros, no encontro com Jesus Cristo
(cf. PDV 43). A maturação humano-afetiva do presbítero
é, pois, uma exigência de seu próprio ministério,
uma decorrência da caridade pastoral que deve ser o fundamento
de sua vida e meta de sua formação global (cf. Documentos
da CNBB 55, Diretrizes Básicas da Formação
dos Presbíteros da Igreja no Brasil, 110).
Os futuros presbíteros, cientes de que as qualidades e
virtudes humanas, necessárias para uma personalidade equilibrada,
são Graça de Deus, portanto, Dom de Deus e tarefa
humana, cultivá-las-ão, a fim e serem capazes de
suportar o peso das responsabilidades pastorais. “É
preciso, pois, educação para o amor à verdade,
à lealdade, ao respeito por cada pessoa, ao sentido da
justiça, à fidelidade à palavra dada, à
verdadeira compaixão, à coerência, e, particularmente,
ao equilíbrio de juízos e comportamentos”
(PDV 43).
A maturidade humano-afetiva é uma construção
progressiva em que a ação de Deus e a liberdade
humana se integram. Por isso, no processo de formação,
o jovem desenvolverá a capacidade de relacionamento maduro
e construtivo consigo mesmo e com os outros, pois o presbítero
será necessariamente um “homem de comunhão”,
capaz de perceber e julgar, com objetividade, justiça e
senso crítico, os acontecimentos da vida, de realizar opções
livres e decisões responsáveis, e relacionar-se
adequadamente com as pessoas e com a comunidade de vida, de colaborar
e trabalhar em equipe, de relacionar-se, madura e construtivamente,
com as pessoas de ambos os sexos, diferentes idades e condições
sociais, de amar, verdadeiramente, mediante a superação
gradual do egocentrismo e o crescimento na doação
e serviço aos outros (cf. Documentos da CNBB 55, Diretrizes
Básicas da Formação dos Presbíteros
da Igreja no Brasil, 114), de assumir a opção de
vida no celibato, ou seja, “oferecer, pela graça
do Espírito e com a resposta livre da própria vontade,
a totalidade do seu amor e da sua solicitude a Jesus Cristo e
à Igreja” (PDV 44; cf. PO 16).
Encaminhamentos
- Organizar a comunidade de vida no Seminário de tal forma
que todos conheçam a vida do assalariado, sua família,
sua casa, seu ambiente, seu lugar de trabalho, a vida das comunidades
dos bairros e vilas de periferia, as lutas, organizações
e movimentos populares.
- Proporcionar trabalhos e coordenações dos trabalhos
em equipe, possibilitando o rodízio na liderança
da própria comunidade, favorecendo a superação
do individualismo, passividade, anonimato, desejo do poder.
- Oportunizar o diálogo franco, sincero e íntimo
entre assistentes e seminaristas, para avaliar o processo de crescimento.
- Proporcionar permanentemente na comunidade a ajuda mútua
entre os jovens.
- Dispensar atenção especial para que o contato
com outras pessoas, especialmente do sexo feminino, através
do trabalho pastoral, com jovens e famílias, na vida universitária,
possibilite um maduro relacionamento interpessoal.
- Incentivar estudos e reflexões sérias, aprofundadas,
com senso crítico, a respeito da sexualidade humana e do
celibato.
- Favorecer a presença de familiares e leigos engajados
na pastoral na vida da comunidade do Seminário.
- Orientar o jovem para o acompanhamento profissional quando aparecerem
problemas e distúrbios mais graves.
- Contar com a presença e a orientação de
profissionais de outras ciências, especialmente, da Psicologia
e Pedagogia.
- Possibilitar o contato, reflexão e confronto com idéias
e teses de profissionais da área das ciências exatas.
- Oportunizar o estudo e a compreensão da nova teia de
relações do ser humano no mundo urbano, neste início
de século XXI, com o auxílio, sobretudo, da Antropologia.
4.
Crescer na fé e assumir com convicção a espiritualidade
do discipulado de Jesus, o Bom Pastor.
Justificativa
A formação espiritual, ordenada à santidade
de vida, que consiste na comunhão íntima e profunda
com o Pai, pelo Filho e no Espírito Santo e que se atinge
pela perfeição da caridade, deve preparar o futuro
presbítero para desempenhar seu ministério (cf.
Documentos da CNBB 55, Diretrizes Básicas da Formação
dos Presbíteros da Igreja no Brasil, 121). A unidade de
vida e a espiritualidade do presbítero se constróem
ao redor desta identificação com o Cristo-Pastor,
na docilidade ao Espírito Santo e na prática da
caridade pastoral. Esta unifica a vida e o ministério do
presbítero (PO 14), desenvolve no jovem não apenas
a maior das virtudes, mas também a comunhão com
a ação pastoral da Igreja local (cf. Documentos
da CNBB 20: Vida e Ministério do Presbítero: Pastoral
Vocacional, 296).
A formação espiritual do futuro presbítero
é, inseparavelmente, trinitária, cristocêntrica,
reinocêntrica e eclesial (cf. LG 5). Não se pode,
então, compreender a natureza e a missão do sacerdócio
ministerial, senão da relação que brota da
Trindade e prolonga-se na comunhão da Igreja como sinal
e instrumento, em Cristo, da união com Deus e da unidade
de todo gênero humano (cf. PDV 12; LG 1). É, por
conseguinte, chamado a compreender seu ministério como
enviado pelo Pai e configurado a Cristo, para atuar e viver na
força do Espírito Santo, na comunhão da Igreja,
para a salvação o mundo. Viver a espiritualidade
da comunhão (cf. PDV 43) significa ter o olhar do coração
voltado para o mistério da Trindade, que habita em nós
e cuja luz deve ser percebida no rosto dos irmãos e irmãs
que estão em nosso redor (cf. NMI 43), já que a
espiritualidade cristã centra-se no seguimento de Jesus
de Nazaré. Segui-Lo é prosseguir sua causa. Viver
a espiritualidade cristã é cumprir o Evangelho.
Na etapa da filosofia, os contatos com a universidade, com o estudo
das diferentes correntes do pensamento filosófico, com
a realidade pastoral, com as diversas pessoas e com os problemas
atuais mais candentes (pobreza, ecologia, economia do mercado,
bioética, etc) questionam, profundamente, o jovem, levam-no,
portanto, à superação da fé ingênua,
intimista, desencarnada para uma espiritualidade personalizada,
madura, comprometida e libertadora. Aqui, a espiritualidade de
Jesus, o Bom Pastor, não deixa o jovem cair nas tentações
da espiritualidade “pós-moderna”, a qual nega
a radicalidade espiritual, o compromisso com o projeto comunitário,
a esperança, o engajamento pela justiça, mas, antes,
pelo contrário, não deixará que nada verdadeiramente
humano não lhe ressoe no coração (cf. GS
1). É a espiritualidade centrada no Mistério Pascal
de Cristo.
Encaminhamentos
- Buscar uma espiritualidade personalizada, pois a espiritualidade
ou é personalizada ou não é espiritualidade.
Abrangerá, portanto, todas as dimensões da pessoa,
para que o seu viver seja Cristo (Fl 1, 21) e já não
seja ela quem viva, mas Cristo viva nela (Gl 2, 20).
- Ajudar o jovem assumir o compromisso do cultivo de uma oração
pessoal, alimentada pela leitura refletida da Sagrada Escritura
(PDV 47) e do Projeto de Deus na história.
- Reservar um tempo específico para a oração
comunitária, através da Liturgia das Horas, Ofício
Divino das Comunidades, Lectio Divina, Devoções
Marianas, visto ser momento especial e forte de comunhão
e partilha da vida.
- Celebrar a Eucaristia, memória da Páscoa Libertadora
do Senhor Jesus, a fim de, paulatinamente, ir se tornando o centro
da espiritualidade do jovem a caminho do sacerdócio ministerial.
- Valorizar e participar da Eucaristia Dominical (cf. DD 35).
- Assumir a Semana Santa com seriedade, como ocasião preciosa
da Celebração do Mistério Pascal, fazendo
com que, oportunamente, em algumas ocasiões, conforme programação
prévia, seja celebrada por todos, em comunidade, envolvendo
a todos na programação e organização.
- Alimentar uma espiritualidade reinocêntrica. Só
o Reino de Deus é absoluto. Todo o resto é relativo
(cf. EN 8). A Igreja existe pelo e para o Reino de Deus, como
para o Reino de Deus se fez Jesus e Jesus para o Reino viveu,
morreu e ressuscitou (Mt 6, 10).
- Programar os retiros anuais, um de início de ano, contando
com a participação de todos os seminaristas maiores
e outro, no início do Segundo Semestre, específico
para os da filosofia.
- Organizar as tardes de recolhimento mensal.
- Redescobrir, no âmbito da formação espiritual,
a beleza e a alegria do Sacramento da Penitência (cf. PO
18; PDV 48; NMI 37).
- Combinar com o 3º ano de filosofia o seu retiro próprio,
nas férias de julho, o qual não isenta do retiro
específico da filosofia.
- Auxiliar para que cada um tenha seu Orientador Espiritual, o
qual auxiliará no amadurecimento da espiritualidade e estará
atento para que o jovem cresça no testemunho da fé,
esperança e caridade.
- Incentivar leitura de livros de espiritualidade.
- Educar para o respeito do Primado da Graça, princípio
essencial da visão cristã da vida (NMI 38).
- Alimentar uma espiritualidade da unidade na diferença.
A unidade da Igreja não é uniformidade, mas integração
orgânica das legítimas diversidades (cf. 1 Cor 12,
12; NMI 46; Documentos da CNBB 62: Missão e Ministérios
dos cristãos leigos e leigas).
- Reservar uma atenção especial para a preparação
do futuro presbítero para “conhecer, estimar, amar
e viver o celibato na sua verdadeira natureza e nos seus verdadeiros
fins, portanto nas suas motivações evangélicas,
espirituais e pastorais” (PDV 50; cf. PO 16).
- Educar para uma espiritualidade do diálogo com Deus,
consigo próprio, com as pessoas, com outras Igrejas e com
a toda a realidade humana, para que nada de humano seja indiferente
à espiritualidade do presbítero (cf. GS 4; NMI 48).
5.
Proporcionar ao futuro presbítero, a partir das indagações
e inquietações próprias da realidade atual
em toda sua complexidade e da postura crítica da filosofia,
o crescimento no compromisso pessoal no serviço do povo
de Deus e na caridade pastoral, capacitando-o, desde já,
para uma visão de conjunto da ação pastoral.
Justificativa
Toda a formação dos candidatos ao sacerdócio
é destinada a dispô-los de modo particular para comungar
da caridade de Cristo, Bom Pastor (cf. LG 28; PDV 57). “A
educação dos alunos deve tender para o objetivo
de formar verdadeiros pastores de almas segundo o exemplo de Nosso
Senhor Jesus Cristo, mestre e sacerdote e pastor” (OT 4).
A referência a Cristo, mediador perfeito entre o Pai e a
humanidade (cf. Hb 8, 9), é a chave absolutamente necessária
à compreensão da caridade pastoral, já que
se trata “de uma formação destinada não
apenas a assegurar uma competência pastoral científica
e uma habilitação operativa, mas e sobretudo a garantir
o crescimento de um modo de ser em comunhão com os mesmos
sentimentos e comportamentos de Cristo, Bom Pastor: ‘Tende
entre vós os mesmos sentimentos que existiam em Jesus Cristo’
(Fl 2, 5)” (PDV 57).
Todas as etapas da formação sacerdotal terão
presente a formação pastoral como nexo articulador
das diversas dimensões. Toda a educação que
é oferecida aos jovens terá presente a formação
pastoral, tendo Jesus Cristo como “caminho, verdade e vida”
(cf. Jo 14, 6), Aquele que veio para servir e não ser servido
(cf. Mt 20, 28). “Por isso, todos os aspectos da formação,
o espiritual, o intelectual e o disciplinar, em ação
conjunta, devem ordenar-se a este fim pastoral” (OT 4)
Assim compreendida, a formação pastoral não
pode certamente reduzir-se a simples aprendizagem orientada para
a familiarização com qualquer técnica pastoral
(cf. PDV 58). A etapa educativa da filosofia dará, portanto,
embasamento e condições ao futuro presbítero,
para que seja capaz de assumir convictamente as exigências
atuais do serviço aos mais pobres e marginalizados, do
diálogo (com a humanidade em suas inovações
e evoluções, todas as culturas, as religiões,
as outras Igrejas), do anúncio do Evangelho, da comunhão
na diversidade dos dons e ministérios. “Há
diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. Há
diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo.
Há diferentes atividades, mas é o mesmo Deus que
realiza tudo em todos” (1 Cor 12, 4-6).
Encaminhamentos
- Proporcionar momentos para o estudo, aprofundamento e reflexão
da Palavra de Deus, de forma a promover a preparação
para o ministério da Palavra Revelada.
- Favorecer momentos de oração, celebrações
(Palavra e Eucaristia), para servirem de aprendizado para o ministério
do culto.
- Planejar o engajamento pastoral nas comunidades em comunhão
com as diretrizes e prioridades da ação pastoral
diocesana.
- Crescer progressivamente no espírito de compromisso e
gratuidade pastoral.
- Trabalhar os conflitos pastorais das comunidades.
- Assumir convictamente o trabalho em equipe com os colegas e
outras pessoas.
- Valorizar e abrir espaço para o trabalho dos leigos e
leigas nas comunidades.
- Ser um testemunho vivo de fé e solidariedade nas comunidades
eclesiais.
- Organizar estágios pastorais de férias preferivelmente
em nível diocesano.
- Zelar pelo planejamento, acompanhamento e avaliação
periódica da ação pastoral na comunidade
do Seminário.
- Conhecer os diversos Movimentos Sociais e Populares.
- Oportunizar o conhecimento da realidade da prática pastoral
junto aos bairros pobres e periféricos.
- Incentivar, para que a visita espontânea às famílias
(especialmente aquelas mais pobres), aos pequenos serviços
comunitários e a sensibilidade com o sofrimento das pessoas,
tornem-se compromisso assumido com alegria.
- Estar atentos para que o gosto pessoal por algum tipo de pastoral
não venha a impossibilitar o conhecimento e a prática
dos diversos aspectos da ação eclesial no mundo.
- Crescer na perspectiva da compreensão do ministério
sacerdotal como coordenação dos diversos ministérios
na comunidade eclesial.
- Zelar para que a pastoral não seja desculpa para saídas
e ausência na vida comunitária do Seminário.
- Estar cientes de que o encarregado e o responsável pela
pastoral não é o jovem em formação.
6. Cultivar e renovar constantemente as motivações
de uma vida comunitária inspirada pelo Evangelho.
Justificativa
Na busca de uma vida comunitária inspirada no Evangelho,
à luz das primeiras comunidades cristãs, que perseveraram
no ensinamento dos apóstolos, na comunhão, no partilha
do pão e na oração (cf. At 2, 42-47; 4, 32-35;
5, 12-16), é necessário considerar, primeiramente,
os obstáculos que se opõem a uma vida comunitária.
Entre outros, certamente, estes três repercutem, influenciam
e penetram na mentalidade dos jovens: - o clima de individualismo,
relativização dos compromissos assumidos, competição,
exploração e consumismo; - o excesso de atividades
externas de alguns ou o fechamento de outros em suas próprias
preocupações pessoais e em atitudes individualistas;
- a impressão negativa de que a vida e o ministério
do presbítero não permitirão efetivamente
a continuidade da experiência comunitária vivida
no Seminário (cf. Documentos da CNBB 55, Diretrizes Básicas
da Formação dos Presbíteros da Igreja no
Brasil, 102).
É necessário, por conseguinte, renovar continuamente
as motivações da vida comunitária. Ela tem
como raiz a própria natureza da vocação eclesial.
É chamada a participar ativamente do plano de santificação
e salvação das pessoas não singularmente,
mas constituindo-as em um povo (cf. LG 9). Tem também como
raiz a própria natureza do ministério ordenado,
que com sua radical forma comunitária pode apenas ser assumido
como obra coletiva (cf. PDV 17). Tem ainda como fundamento a própria
comunhão com Cristo e como experiência básica
aquela assídua intimidade com Ele, que faz do futuro presbítero
um discípulo semelhante aos primeiros Apóstolos,
capaz de assumir plenamente a missão no mundo em comunhão
com seu bispo e o presbitério e a convivência com
o povo.
Para que a experiência de vida comunitária se solidifique
e marque a formação da personalidade, é imprescindível
que, na etapa da filosofia, haja o cultivo da partilha dos bens,
da atitude despretensiosa de serviço, da amizade sincera,
da correção fraterna e da solidariedade. É,
portanto, fundamental para a formação do futuro
presbítero que o jovem demonstre compromisso comunitário.
Pois a comunidade com a qual se convive no dia-a-dia é
um exercício permanente de partilha e serviço. Por
isso, a comunidade da filosofia (jovens filósofos e assistente)
estudará formas de organização interna da
vida comunitária, de forma que a responsabilidade seja
partilhada e assumida em conjunto. Além disso, ter consciência
de que a vida comunitária não se encerra e basta
na vida interna da comunidade. É vivida também na
comunidade eclesial, na qual se vive e ou se está ligado
e engajado, bem como da sociedade humana na qual somos parte inerente.
Enfim, a vida comunitária concretiza-se em todas as atividades
e serviços ligados à comunidade, na responsabilidade
pela casa, na partilha dos bens, no espírito de despojamento,
simplicidade, disponibilidade e solidariedade.
Encaminhamentos
- Residir em ambientes que favoreçam a vida comunitária.
- Fazer um planejamento para definir a parte administrativa da
casa, os compromissos e serviços necessários para
o bom andamento da comunidade, organizando-os e sendo coordenados,
sempre que possível, em equipes.
- Marcar reuniões semanal e semestral para avaliação,
reflexão e encaminhamento das atividades e serviços
da comunidade.
- Alimentar as motivações da vida comunitária
através das celebrações comunitárias:
Celebração Eucarística e da Palavra, da Liturgia
das Horas, Ofício Divino das Comunidades, Lectio Divina,
Terço.
- Observar com muita caridade a correção fraterna
de forma pessoal e comunitária.
- Incentivar a partilha constante dos bens, através de
uma “caixa comunitária” na qual cada um colocará,
de acordo com suas possibilidades, sua colaboração
para o custeio da alimentação e dos estudos.
- Favorecer a prática do esporte e confraternizações
como momentos fortes de integração e expressão
da vida comunitária, exigindo, por conseguinte, a presença
de todos.
- Planejar formas alternativas de trabalho que visem o sustento
da comunidade, sem prejudicar a vida de estudos, fazendo sempre
“caixa comum” com o dinheiro arrecadado.
- Incentivar o espírito de iniciativa e criatividade na
perspectiva comunitária, sobretudo para superar a tendência
à indiferença, ao comodismo e à preguiça.
- Conhecer e ter consciência da realidade complexa e dos
sofrimentos do povo trabalhador no início do século
XXI.
- Inteirar-se dos Movimentos Sociais e Pastorais Populares comprometidas
com o mundo do trabalho.
7.
Amadurecer no discernimento vocacional, elaborando argumentos
e formando convicções pessoais para uma opção
fundamental de vida bem definida.
Justificativa
A formação é um processo permanente que abrange
todas as fases da vida, com diversidade de formas e métodos.
São particularmente importantes as fases que precedem a
ordenação, mas a formação deve prolongar-se
ao longo do exercício do ministério presbiteral.
Por isso, no Seminário, o futuro presbítero aprenderá
os princípios da formação permanente, como
adquirir o hábito do estudo, a necessidade de atualização,
amadurecimento contínuo e a resposta ágil às
novas situações pastorais, num contínuo processo
de conversão, no seguimento de Jesus Cristo. Logo, todos
que fazem parte do processo de formação presbiteral
devem levar em conta que “a obra educativa, por natureza,
é o acompanhamento de pessoas históricas, concretas,
que caminham para a escolha e adesão a determinados ideais
de vida” (PDV 61).
Discernir a vontade de Deus com relação a cada um
de nós é um contínuo aprendizado. Supõe
uma educação para a liberdade. Supõe uma
disposição para aprender a dispor-se para determinada
tarefa. Discernimento é uma atitude fundamental de liberdade.
É aprender a cultivar uma atitude fundamental de liberdade
diante de todas as coisas. Tudo é transitório, exceto
Deus. É superação dos nossos condicionamentos.
É um processo contínuo de libertação
de todas as amarras. É uma atitude permanente de busca.
Discernir não é situar-se diante de Deus como algo
já definido e feito, como uma coisa pronta, mas é
saber colocar-se numa atitude de busca contínua que não
termina nem mesmo depois de ter descoberto a vontade de Deus.
É reconhecer-se na insegurança contínua de
quem está a dialogar com o Mistério e nunca tem
certeza clara de sua transparência. É manter uma
atitude de vigilância para não confundir o que julgamos
ser a vontade de Deus e as nossas projeções. É
uma atitude de oração. É criar uma postura
fundamental de oração. Significa, em termos éticos,
situar-se diante da própria consciência e dos valores
autônomos numa atitude de aceitação, de confiança
e compromisso. Trata-se de criar uma visão de abertura
às realidades maiores.
A etapa da filosofia caracteriza-se por constantes questionamentos.
Ampliam-se os contatos com outras pessoas, comunidades e sociedade,
em sua organização social, política e econômica.
A realidade ampliada e conflitiva exige contínua revisão
das motivações e da opção fundamental
de vida. Gradualmente, descobrem-se caminhos novos para uma opção
evangélica, opção de vida que comunga com
as opções da Igreja. Certamente, esses elementos
favorecem um discernimento vocacional consciente.
Encaminhamentos
- Assumir a participação no estudo, na vida comunitária,
nas celebrações, na oração, nas tardes
de recolhimento, nos retiros, na pastoral como um critério
para o amadurecimento vocacional.
- Manter conversas sistemáticas com o assistente e orientador
espiritual e, na medida do possível, conforme programação,
com o bispo.
- Elaborar um Plano de Vida para as conversas com o assistente
e avaliação pessoal do nível de amadurecimento
vocacional.
- Ter clareza das motivações verdadeiras que levam
o jovem a decidir-se convictamente pelo ministério presbiteral.
- Estudar Medelin e Puebla, Santo Domingo, a fim de ajudar o jovem
a aproximar-se da realidade latino-americana e comprometer-se
com a realidade dos pobres e oprimidos.
- Estar atentos e conhecer os documentos da Igreja Particular
e Universal.
- Desenvolver uma sensibilidade apurada com o sofrimento humano.
- Respeitar as diferenças entre as pessoas.
6
Seminaristas:
a)
Seminaristas que passaram pelo Seminário Maior São
José de 1978-1994
Ano
1978: 12 seminaristas; 04 ordenações
1. Adalberto Luis Frasson
2. Aires Batistel
3. André Gustavo Alves dos Santos
4. Ângelo Mussoi
5. Cláudio José Pessoli
6. Jaime Luis Gusberti
7. João Roberto Masiero
8. Joares Antônio Cella
9. Josemar Conte
10. Luis Carlos Bombassaro
11. Paulo Bassani
12. Santo Mussoi
Ano
1979: 8 seminaristas; 2 ordenações
13.
Adelar Brandalise
14. Delmir Sérgio Portolan
15. Domingos Tomé
16. Élio Meneguzzo
17. Eugênio Patussi
18. Luis Carlos Giocomin
19. Renato Ariotti
20. Renato José Possamai
Obs.: Neste ano de 1979 é importante destacar um aspecto
novo. A residência oficial dos filósofos da Diocese
era o Seminário São José, Caxias do Sul.
Todavia, porque o número dos teólogos da Diocese,
residentes no Seminário Maior São Lucas, em Viamão,
era pequeno. Dois seminaristas foram enviados a Viamão
para cursarem a filosofia, a saber:
a) Hermes Magoga
b) Camilo Pauletti
Ano
1980: 5 seminaristas; 3 ordenações
21.
Gilmar Zanella
22. João Paulo Scotti
23. José Mussoi
24. Remi Gotardo Casagrande
25. Idir Brandalise
Obs.: Neste ano de 1980 vale a mesma observação
acima. A residência oficial dos filósofos da Diocese
era o Seminário São José, Caxias do Sul.
Todavia, porque o número dos teólogos da Diocese,
residentes no Seminário Maior São Lucas, em Viamão,
era pequeno. Dois seminaristas foram enviados a Viamão
para cursarem a filosofia, a saber:
c) José Carlos Gobi
d) Olavo Bombardelli
e) Gervásio Tóffoli
Ano
1981: 5 seminaristas; 2 ordenações
26.
Ademar Spadotto
27. Airton Minúsculi
28. Bartolomeu Menoncin
29. Celso Luis Ciconetto
30. José Dall’Agnol
Ano
1982: 9 seminaristas; 4 ordenações
31.
Adalberto Lumertz Borges
32. Darci Piolla
33. Gilnei Fronza
34. Hermógenes Secchi
35. Moacir Pauletti
36. Sérgio Minossi
37. Sisnei Vergani
Ano
1983: 5 seminaristas; 2 ordenações
38.
Cleimar Giovanaz
39. Jorge da Silva Borges
40. Santo Afonso Favretto
41. Rafael Giovanaz
42. Volmir Comparin
Ano
1984: iniciou-se neste ano o Curso Propedêutico, em Caravaggio,
por isso, ninguém ingressou na Filosofia
Ano
1985: 9 seminaristas; 4 ordenações
43.
Joeci Justo Selau
44. Joone Fachinelli
45. Jorge Girelli
46. Melchior Esaú Stuani
47. João Pedro Tumelero
48. Volmir Tonello
49. Pedro Caríssimi
50. Valmor Luis Minossi
51. Onoir Tadeu Zianello da Silva
Ano
1986: 4 seminaristas; 3 ordenações
52.
Andrius Moacir Boff
53. Vitor Aquiles Cecatto
54. Gilberto Lazarotto
55. Décio Podenski
Ano
1987: 14 seminaristas; 7 ordenações
56.
Elói Sandi
57. Rogério Miotto
58. Néri José Tondello
59. Mário Pereira dos Santos
60. Marcos André Balbinot
61. Luis Carlos Conci
62. Rogério Dall’O
63. João Batista Ferrari
64. Dirceu Ferreira da Silva
65. Sidnei Ciconetto
66. Solimar Zanetti
67. Paulo Roque Gasparet
68. Claudir José Grassi
69. Guilherme Antônio Barcella
Ano
1988: 14 seminaristas; 9 ordenações
70.
Adelar Baruffi
71. Agenor da Rocha
72. Alair Ranzan
73. Ceverino Craco
74. Gilmar Paulo Marchesini
75. Gilnei Smiderle
76. Juarez Zanatta
77. Osmar Favretto
78. Norberto Luiz Coltro
79. Paulo César Nodari
80. Paulo Venturin
81. Valdecir Lucatelli
82. Valdir Thums
83. Mauricio Savassa
Ano
1989: 19 seminaristas; 9 ordenações
84.
Adilson Zílio
85. Almir José Rizzon
86. Carlos Augusto Bertotti
87. Darci Camatti
88. Eládio Dal Pozzo
89. Everaldo Cescon
90. Fabiano Mersoni
91. Gilberto Polesello
92. Gilmar Ferla
93. Hilário Gonçalves
94. Joacir Fochesatto
95. Jorge Pierozan
96. José Antônio Hoff
97. Lóris Paulo Borotto
98. Murialdo Gasparett
99. Reni Zanotto
100. Rubens Brun
101. Vilmar Luiz Bortolini
102. Antônio Roque Feldmann
Ano
1990: 8 seminaristas; 3 ordenações
103.
Adenir M. Weber
104. Francisco Polesello
105. Ivanor Calgaro
106. Jandir Cagliari
107. Luiz Francisco Signori
108. Nivaldo Pauletti
109. Olivo Morello
110. Tadeu Antônio Libardi
Ano
1991: 12 seminaristas; 4 ordenações
111.
Adelar Zanetti
112. Antônio N. Amaral
113. Clóvis Balestrin
114. Dirceu Zanon
115. Everson Herthal
116. Ilvo Bottega
117. José Fernando Cagliari Agostini
118. Marcos Antônio Pilatti
119. Moacir Canal (padre)
120. Neri Rosa da Silva
121. Sebastião Vargas Fortuna
122. Silvano Dotta
Ano
1992: 2 seminaristas; 2 ordenações
123.
Lauro Edson Da Cás
124. Juarez Bavaresco
Ano
1993: 3 seminaristas; 2 ordenações
125.
Rogério Contini
126. Evair Ongaratto
127. Renato Magnus
Ano
1994: 4 seminaristas; 1 ordenações
128.
Luiz Fernando Biasoli
129. José Leandro Marchesini
130. Leonir Peruzzo
131. Jairo Gusberti
b)
De 1995-2002, os Seminaristas do Curso de Filosofia moraram no
Seminário Maior São Lucas, em Viamão. Cursavam
Filosofia na FAFIMC (Faculdade de Filosofia Imaculada Conceição)
e moravam junto com os Seminaristas do Curso de Teologia da Diocese
de Caxias do Sul.
c)
Retorno ao Seminário Maior São José em Caxias
do Sul: 2003
Ano
2003: 10 seminaristas
1.Cristian
Bresolin dos Santos
2. Felipe Bono
3. Jocimar Romio
4. Keberson Bresolin
5. Kleiton Pena
6. Lindomar Caciano Vassoler
7. Lucas Antônio Mazzochini
8. Marcelo Cechinatto (No final de 2003, Marcelo Cechinatto decidiu
permanecer em casa e não mais prosseguir os estudos da
formação sacerdotal).
9. Mateus Salvadori
10. Roque Antônio Somacal
Ano
2004: 12 seminaristas
1.
Fernando Antônio Finatto
2. Gerson Bartelli
3. Lourenço Dall’Agnol
4. Marcelo Glanert
5. Marciano Gabardo
6. Mateus Pauletti
7. Nivaldo Bonatto
8. Odacir Ampese
9. Renan Dall’Agnol
10. Roberto Zucatti
11. Rudinei Zorzo
12. Tiago Camozzato
13. Vinícius Fedrizzi Caberlon
d)
Seminaristas do Curso de Filosofia do Seminário Maior São
José - 2004
1.Cristian
Bresolin dos Santos
2. Felipe Bono
3. Jocimar Romio
4. Keberson Bresolin
5. Kleiton Pena
6. Lindomar Caciano Vassoler
7. Lucas Antônio Mazzochini
8. Mateus Salvadori
9. Roque Antônio Somacal
10. Fernando Antônio Finatto
11. Gerson Bartelli
12. Lourenço Dall’Agnol
13. Marcelo Glanert
14. Marciano Gabardo
15. Mateus Pauletti
16. Nivaldo Bonatto
17. Odacir Ampese
18. Renan Dall’Agnol
19. Roberto Zucatti
20. Rudinei Zorzo
21. Tiago Camozzato
22. Vinícius Fedrizzi Caberlon